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Neste dia 1º de fevereiro, a partir das 20h, na sede sul-americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia, em Brasília, será transmitida via web, ao vivo, uma entrevista com três especialistas em temas relacionados ao criacionismo. “Em busca das origens” é o título do programa que terá como “âncora” e entrevistador o jornalista da Casa Publicadora Brasileira e mestre em teologia Michelson Borges. No primeiro bloco, o jornalista e mantenedor do blog criacionismo conversará com o biólogo e doutor em genética Wellington Silva, da Faculdade Adventista da Bahia.
O tema da entrevista será a origem da vida e as evidências de design inteligente na natureza, especialmente no genoma humano. No segundo bloco, o geólogo e doutor em engenharia Nahor Neves de Souza Jr. abordará o tema do dilúvio de uma perspectiva geológica e falará também sobre métodos de datação. Finalmente, no terceiro bloco, Michelson entrevistará o doutor em teologia e em arqueologia Rodrigo Silva. Ambos conversarão sobre as evidências históricas e arqueológicas que respaldam a Bíblia como fonte segura de informações para o criacionista.
Após cada entrevista, haverá espaço para interação com os internautas e respostas a perguntas enviadas por eles.
No ultimo dia 25 de janeiro, foi promovido o tuitaço (divulgação de mensagens em massa pelo Twitter) com a tag #origens, com o objetivo de chamar atenção para o evento do dia primeiro.
“Em busca das origens” é um evento que se soma a outros esforços e programas criacionistas previstos para este ano: a Lição da Escola Sabatina deste trimestre [leia os comentários aqui], cujo título é “Origens”; o 7º Encontro Nacional de Criacionistas; o Simpósio Universitário que será realizado em maio, no Unasp, campus Engenheiro Coelho; entre outros.
Fique ligado!
Michelson Borges
fonte:/novotempo.com

Lagrima
Quando seis milhões de homens, mulheres e crianças judeus pereceram nos campos de extermínio nazista entre 1933 e 1945, deixaram atrás de si um enorme vazio no mundo. Era como se uma civilização inteira tivesse sido perdida. Muitas das pessoas mais brilhantes e talentosas da Europa desapareceram em fornos e câmaras de gás e fogueiras. Tantas famílias dizimadas. Tantas esperanças e sonhos interrompidos. Tantas promessas que nunca se cumpririam. Nada poderia preencher este enorme vazio.
Milhões de sobreviventes olhavam para o holocausto e viam uma mãe, um pai, uma criança, uma tia, um avô que lhes fora tirado. Entes queridos insubstituíveis haviam sido consumidos. E este enorme vácuo também fez surgir uma pergunta, uma indagação inevitável: Onde estava Deus quando os nazistas estavam fazendo isto? Onde estava Deus o Pai? Ele não sabia o que estava sendo feito a Seus filhos?
Os nazistas mostraram onde a maldade e a crueldade humana podem chegar e isto destruiu a fé de muitos. O vazio era grande demais. Não parecia haver forma de preenche-lo. O que podemos fazer em face de uma calamidade tão grande? Os arquivos centrais do Memorial Yad Vashem, documentam as atrocidades dos nazistas em detalhes aterradores. As fotografias exibidas no memorial têm um poderoso impacto emocional sobre os visitantes. Há uma, em particular, que eu nunca vou esquecer. Mostra só um soldado da SS, apontando um longo rifle para a cabeça de uma mulher a alguns passos de distância. Ele está prestes a atirar. A mulher está levemente inclinada, como se esperando o golpe. Ela está inclinada sobre uma criancinha agarrada ao seu peito. Só um soldado. Uma mãe. Uma criança. Mas o horror e o sangue frio daquele momento, o ultraje que representa aquela fotografia, fala muito sobre a tragédia do holocausto.
O que você faz em face de tão grande calamidade? Onde está Deus no meio de tanto sofrimento? Por que Ele permitiu? Por que aquelas pessoas tiveram que morrer? Por que aquela mãe? Por que aquela criança? O próprio Jesus certa vez fez estas perguntas. As pessoas lhe mostraram o sofrimento humano e perguntaram, por quê? Um incidente está registrado em Lucas, capítulo 13. Alguém veio a Jesus e lhe contou sobre uma tragédia. O governador romano, Pilatos, havia assassinado um grupo de judeus galileus que estavam oferecendo sacrifícios a Deus. Como se poderia explicar tal coisa? Jesus, antes de tudo, queria deixar claro uma coisa. Veja qual foi sua resposta em Lucas 13:2 e 3: “Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem padecido estas coisas? Não eram, eu vo-lo afirmo; se porém não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.” A sabedoria comum dizia que as coisas ruins aconteciam às pessoas ruins. Mas será que é sempre verdade que as coisas ruins acontecem sempre a pessoas ruins?
Quando ocorre uma calamidade, é por que alguém pecou? Jesus disse: “Não, não é bem assim.” Não podemos dizer que as pessoas que sofrem tragédias as merecem. Não podemos supor que essas pessoas são mais pecadoras que as outras não atingidas pelos infortúnios. Todos nós somos pecadores. Todos nós necessitamos de redenção.
Em outra ocasião, Jesus passou por um homem que nascera cego. Seus discípulos lhe perguntaram: “Mestre, quem pecou, este homem ou seus pais?” Eles achavam que devia haver uma razão para aquela tragédia, uma razão para aquele pobre homem nunca ter visto a luz do dia. Mas Jesus respondeu com estas palavras de João 9:3: “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus.” Jesus estava dizendo que não se pode responder o “porquê” do sofrimento humano tão facilmente. As tragédias que acontecem a uma pessoa não resultam de um pecado específico. Há pessoas que perguntam continuamente: “Por que, Senhor, por que isto aconteceu? Por que meu filho nasceu com um defeito? Por que meu marido me abandonou? Por que meu filho morreu num acidente de carro? Por que meu vizinho morreu de câncer? Por que, por que, por que? A Bíblia não responde a pergunta “por que,” mas nos diz “quem”. O mundo inteiro está sofrendo a tragédia da separação de Deus. O mundo inteiro está devastado pelo pecado. Sim, às vezes trazemos sobre nós mesmos certas tragédias. Mas nunca podemos apontar o dedo a outros e dizer que coisas ruins acontecem só a pessoas ruins. Nunca podemos apontar o dedo às vítimas do holocausto e dizer que, de alguma forma, eles eram piores que nós. Mas o que podemos dizer? Como podemos reagir ao sofrimento humano, a este enorme vazio que há no mundo?
Bem, Jesus concentrou a atenção naquilo que Deus pode fazer como resultado da tragédia. Olhando para o cego, Ele disse que Deus poderia fazer alguma coisa; Ele poderia mostrar Suas obras; Ele poderia tirar algo de bom daquilo que era ruim. Jesus não nos dá respostas a perguntas específicas sobre o sofrimento. Não sabemos porque a casa daquela família incendiou-se. Não sabemos porque aquela amorosa mãe tem câncer. Não sabemos porque aquelas crianças morreram num acidente de carro. Não temos razões específicas. Acho que ninguém é capaz de responder estas perguntas por enquanto. Mas Jesus nos dá uma resposta à pergunta: “Onde está Deus quando sofremos?” Sabemos que Alguém se importa com o nosso sofrimento.
No Memorial Yad Vashem, na Colina da Lembrança, foram erigidas várias estátuas. São expressões muito fortes da tristeza e angústia humanas. O que as pessoas que esculpiram aquelas figuras estavam tentando dizer? Acho que estavam dizendo algo muito importante: “Sinto muito. Sinto pela tragédia que você sofreu.” As vítimas do holocausto sentiram-se muito isoladas naqueles campos de concentração. A experiência foi tão horrível, que era mais do que um ser humano poderia compreender. Será que alguém seria capaz de entender o que eles sofreram? O Yad Vashem é um gesto que diz: “Sim, sim, nós entendemos um pouco a sua dor. Queremos compreender. Não queremos que sintam-se sozinhos.” Agora quero que você pense sobre um memorial diferente, um símbolo diferente. A cruz de Cristo. O que isto lhe diz? O que isto diz sobre o sofrimento? Leia o que diz Isaías 53:4 e 5: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si… Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”
Na cruz, Cristo tomou sobre Si nossas tristezas e piores aflições. Ele tomou o sofrimento humano. Ele carregou em Seu corpo as conseqüências dos pecados do mundo. É por isto que Ele pode nos salvar. Mas também é por isto que Ele pode nos compreender completamente. Jesus nos oferece mais que simpatia na dor. Ele está lá, sofrendo conosco. Ele sente tudo que sentimos. Quando Ele diz: “Você não está sozinho.” É porque Ele já passou por isso. Assim, a resposta à pergunta: “Onde está Deus quando sofremos?” é esta: Deus está conosco, sofrendo conosco. Não está olhando à distância. Ele está aqui, do nosso lado. Cristo sofreu. Ele sofreu mais que qualquer ser humano jamais sofrerá. E este fato dá um significado especial a uma promessa como esta que está em Salmos 139:8 e 10: “Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também… ainda lá me haverá de guiar tua mão, e a tua destra me susterá.” Onde está Deus quando sofremos? Ele está aqui conosco, mesmo no meio das mais profundas trevas. Mas há mais, muito mais que Deus faz por nós em meio à calamidade. O Memorial Yad Vashem tem uma forma muito especial de homenagear aqueles que morreram nas mãos dos nazistas. Yad Vashem significa “um monumento e um nome.” Refere-se a algo que Deus disse através do profeta Isaías. Ele estava falando a um grupo de indivíduos que estavam com medo de serem separados do povo de Deus, dos escolhidos. Isto é o que lemos em Isaías 56:4 e 5: “Porque assim diz o Senhor: … darei na minha casa e dentro dos meus muros, um memorial e um nome melhor que filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará.” Yad Vashem cria um lugar e um nome. A colina na qual foi construído chama-se Colina da Lembrança. É uma forma de lembrar.
É isto que as pessoas têm feito ali para superar esta ultrajante crueldade humana. Eles juraram preservar os nomes das vítimas. Isto acontece especificamente no Pátio dos Nomes. A identidade de mais de dois milhões de judeus assassinados estão gravadas neste lugar. Detalhes vêm dos parentes dos mortos. Tragicamente, muitas famílias inteiras desapareceram. Não sobrou ninguém para lançar seus nomes nos registros. Não sobrou ninguém para lembrar deles. Mas o Yad Vashem tenta preservar quantos nomes for possível. É uma tentativa de acender algumas velas no meio da vasta escuridão do holocausto. É uma tentativa de levar conforto àqueles que perderam tanto. Este memorial é um reflexo de algo que Deus faz em resposta ao nosso sofrimento. Deus diz: “Nunca esquecerei o que você passou. Vou lembrar sempre. E preservarei sua identidade.” Isaías, no capítulo 49, descreve um momento em que o povo de Israel tinha passado por calamidades e temiam que Deus os tivesse esquecido e os abandonado. Esta foi a resposta de Deus, dada através do profeta Isaías, no capítulo 49, versos 15 e 16. “Acaso pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos te gravei…” O que esta linda passagem sugere? Que, de certa forma o nome dos seguidores de Deus estão escritos nas palmas de Suas mãos. Ele nunca os esquecerá.
No livro de Apocalipse, Deus promete a Seus fiéis que nunca apagará seus nomes do Livro da Vida, e que reconhecerá seus nomes diante do Pai. (Apocalipse 3:5) É assim que Deus nos conforta em nosso sofrimento. Ele diz, “Nunca o esquecerei. Preservarei sua identidade através dos problemas. Seu nome está escrito na palma da Minha mão.” É por isto que Ele é chamado o Deus que nos consola. É por isto que Ele pode nos apoiar mesmo nas maiores calamidades. Uma cristã russa de 24 anos, chamada Luba, precisava muito de consolo em 1983. Ela fora condenada a trabalhos forçados no temido Gulag Soviético. Era um mundo duro e brutal, tão diferente da vida idealista que esta jovem bonita tinha antes. Ela chegara ao limite do sofrimento humano. Então Luba pediu a Deus para lhe fazer companhia. Ela pediu-Lhe especificamente para ajuda-la a encontrar outro cristão no campo de concentração. Alguns dias mais tarde foi apresentada a Maria, uma mulher mais velha que tinha o mesmo amor por Jesus. Logo, elas estavam reunindo-se no pátio da prisão, compartilhando partes da Bíblia, orando juntas e, às vezes, cantando bem baixinho. Elas até conseguiram realizar cultos secretos no campo. Sempre que uma delas recebia uma carta, liam-na juntas, regozijando-se em cada notícia enviada por entes queridos. Luba e Maria amavam a comunhão que tinham no Gulag, era como se fosse um pedacinho do céu naquele lugar horrível. Mas chegou o dia em que Maria foi libertada. A jovem Luba ficou sozinha. No início sentiu muito a ausência da amiga. Mas, depois, começou a conversar com Deus sozinha, no pátio da prisão, quando ia e voltava do trabalho. Ela sentiu Sua presença mais intensamente do que antes. Ele estava lá ao seu lado. Luba, depois de três anos na prisão, explicou esta experiência da seguinte forma: “Eu falava com Deus, em meu coração, o tempo todo e pensava, ‘Que bom é poder estar com Deus, e sentir-me tranqüila e livre, mesmo aqui no campo!’ Não há palavras para descrever o que experimentei. O Senhor chega tão perto de nós nestas situações.”
Sim, amigo, Deus estava bem perto de Luba naquele campo de concentração. Onde está Deus quando sofremos? Ele está perto, dando-nos conforto. Ele está do nosso lado para ajudar-nos a superar os problemas. Quando Jesus esteve nesta terra, passou a maior parte do tempo aliviando o sofrimento humano, curando os doentes, os aleijados, os que tinham distúrbios emocionais. Ele ainda faz isto hoje.
No pátio do Yad Vashem, onde as cerimônias do Dia da Memória são realizadas em homenagem aos mortos, há o relevo chamado “A Rebelião do Gueto, a Última Marcha.” Nesse local, cada árvore de alfarroba plantada tem o nome de alguém que arriscou a própria vida para ajudar os judeus durante o regime nazista. Israel deu a esses indivíduos um título honroso muito especial. Cada um deles é: “Um dos Justos.” O pesadelo nazista não apenas mostrou o pior que seres humanos podem fazer uns contra os outros, mas também inspirou extraordinários atos de heroísmo e altruísmo. Essas árvores representam algumas histórias notáveis. Uma delas ocorreu na pequena vila francesa de Le Chambon. Num sábado à noite do verão de 1942, motos de policiais chegaram à praça central fazendo muito barulho. Os Vichi finalmente tinham chegado. Era a polícia francesa atuando sob as ordens dos nazistas. Tinham vindo buscar os judeus que acreditavam estar escondidos lá. O chefe da polícia interrogou um pastor chamado Andre Trocme. Ele exigiu que o pastor lhe desse nomes e endereços de judeus na vizinhança. O pastor disse que não sabia estes nomes. E realmente estava dizendo a verdade. As pessoas que ele estava escondendo tinham todas documentos de identidade falsos. O pastor disse que não era seu papel como pastor trair suas ovelhas. O chefe de polícia gritou ameaças, disse ao pastor que a resistência era inútil, e afastou-se. Imediatamente, o pastor foi para casa e começou a ligar para os jovens líderes de classes bíblicas que ele organizara. Estes jovens eram a chave de sua rede secreta. Ele os enviou para as fazendas onde os judeus estavam se escondendo para avisá-los que fugissem para as florestas durante a noite, pois os Vichi estariam fazendo uma busca. No dia seguinte, um domingo, a igreja do pastor Trocme estava lotada com os cidadãos de Le Chambon. A atmosfera era tensa, o povo estava nervoso, estavam preocupados e ansiosos. Eles se perguntavam o que os Vichi poderiam fazer contra eles por esconderem e protegerem judeus. Vieram ao culto para receber forças de Deus. Cantaram hinos e, enquanto o faziam, a polícia conduzia buscas de casa em casa. Então o pastor levantou-se para pregar. Ele disse ao rebanho que era mais importante obedecer a Deus. Ele lhes disse que a autoridade humana, quando desafiava a lei de Deus, não tinha jurisdição sobre eles. Lembrou-lhes, também, das palavras de Pedro em Atos 5: “Mais importa obedecer a Deus que aos homens.” Ele lembrou-lhes dos discípulos que desafiaram a autoridade de César. E finalmente lembrou o povo de que sua vila se tornara “uma cidade de refúgio”. O pastor Trocme tinha lido sobre esta idéia no livro de Deuteronômio. Deus ordenou que certas cidades de refúgio fossem estabelecidas em Israel. Se alguém fosse condenado à morte, por exemplo, mas nada fosse provado, poderiam se proteger nestas cidades de refúgio. Estes eram lugares onde um indivíduo acusado de um crime poderia estar seguro. Eram lugares onde os que buscavam vingança não podiam entrar. Os inocentes eram protegidos. Deus separou tais cidades, disse o pastor, para que “menos sangue seja derramado em tua terra.”
O pastor Trocme acreditava que Le Chambon se tornaria um lugar assim em meio à perseguição nazista. E as pessoas sentadas naqueles bancos, fazendeiros, comerciantes e artesãos aceitaram o desafio. Recusaram-se a entregar os judeus às autoridades. Nos dias que se seguiram, os Vichi fizeram cada vez mais pressão. Queriam nomes. Queriam descobrir os esconderijos. A Gestapo também tentava retirar os judeus dali. Queriam encontra-los de qualquer maneira. Mas o povo de Le Chambon não os entregava. Nunca os entregaram. Durante toda a duração da guerra, Le Chambon permaneceu o lugar mais seguro para os judeus entre todas as cidades ocupadas da França. Tornou-se realmente uma cidade refúgio. Os cidadãos de Le Chambon nunca haviam se destacado em nada. Eram pessoas comuns, apenas ganhando a vida. Nenhum deles jamais pensou em fazer algo heróico. Mas na época de grandes trevas, eles foram inspirados a criar algo bom e bonito. Foram tocados de forma a imitar o Deus que criou as cidades refúgio para aqueles que corriam perigo; e fizeram isto com risco de suas vidas.
Amigos, Deus está ativo no resgate de pessoas. Sim, a crueldade humana joga uma profunda sombra. Às vezes chega quase a destruir nossa fé em Deus. Mas Deus está sempre alerta, criando coisas boas a partir do mal, criando bênçãos a partir de tragédias, transformando o sofrimento em alegria. Na verdade, temos Sua promessa a este respeito. Paulo nos assegura em Romanos 8, verso 28: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Todas as coisas contribuem para o bem. Mas nem todas as coisas são o bem. Às vezes, coisas terríveis acontecem a gente boa, coisas malignas, horríveis tragédias, calamidades sobrevêm ao povo de Deus. Nunca podemos apontar o dedo a alguém e dizer que aqueles que sofrem mais são piores, mais pecadores do que aqueles que sofrem menos. Vivemos num mundo desfigurado pelo pecado. Podemos, entretanto, saber que Deus está trabalhando, que Ele pode mudar qualquer circunstância e torna-la positiva, algo bom, para aqueles que O amam.
Onde está Deus quando sofremos? Está bem aqui, transformando o mal em bem. Lembro-me da primeira vez que estive em Auchwitz, na Alemanha. Ali eu me perguntei: “Deus, onde estavas quando seis milhões de judeus morreram?” E lembro-me de ter entrado na cela 1412, e ali, esculpida na parede, estava uma cruz com um desenho de Cristo morrendo. Algum prisioneiro solitário a havia desenhado ali, e sob a cruz escrevera: “Deus esteve aqui.” E esteve mesmo, pois Deus está presente no sofrimento. Neste mundo, porém, não temos todas as respostas para os “por quês” do sofrimento humano. Mas podemos falar sobre uma pessoa que está ao nosso lado. Podemos ter certeza de que Deus sente nossa dor. Podemos saber que Deus nos dá consolo. Podemos saber que Deus alivia o sofrimento e transforma o mal em bênçãos. Sim, podemos Ter esta certeza pelo que Cristo fez por nós. Por quê? Porque Cristo sofreu. Porque Cristo aliviou o sofrimento. Porque Cristo deu sentido ao sofrimento. Ele o fez na cruz. Ele o fez através de Seu ministério nesta Terra. Ele o faz agora, amigo.
Você já sentiu o toque deste compassivo Cristo em meio a seus sofrimentos? Você já experimentou Seu consolo? Ou parece que você está sozinho no escuro? Talvez você tenha perdido um filho e parece não haver consolo ou um fim para sua tristeza. Talvez você esteja lutando contra uma doença que não quer sarar. Talvez sua família tenha se desintegrado. As pessoas tentam consolar, tentam anima-lo. Mas suas palavras não têm efeito. Eles não compreendem a situação. Você está certo. Há só uma pessoa que entende completamente. Existe só uma pessoa que realmente sente tudo que você sente: Jesus Cristo. Ele é o Único que pode lhe ajudar a superar os momentos de trevas. Ele é o Único que pode lhe trazer a luz de novo. Você pode começar este caminho agora, enquanto oramos. Entregue-Lhe sua tristeza. Entregue-Lhe sua dor. Entregue-Lhe sua mágoa. Entregue-Lhe as tragédias de sua vida. Abra seu coração agora mesmo, e receba Sua cura enquanto oramos.
ORAÇÃO: Querido Pai, queremos entregar-Te nossa vida agora, e contemplar a Jesus Cristo, Aquele que tomou sobre Si as nossas feridas, todas as nossas enfermidades na cruz. Tu sabes o que temos passado. Sabes quão difícil é superar a dor. Mas precisamos de Teu toque de cura. Precisamos de Tua mão que consola. Então nos entregamos completamente. Tome-nos em Tuas mãos. Faça Tua obra em nós. Cria algo bom a partir desta tragédia. Tu és o Salvador. Só Tu pode nos resgatar deste mundo. Nós te pedimos isto em nome de Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.
Pr. Mark Finley
fonte:novotempo.com
Porque o Senhor Jeová me ajuda, pelo que me não confundo; por isso, pus o rosto como um seixo e sei que não serei confundido. Isaías 50:7.
Os jovens têm um exemplo em Daniel, e se forem fiéis ao princípio e ao dever, serão instruídos como foi Daniel. Segundo a sabedoria do mundo considerava a questão, ele e seus três companheiros tiveram a seu favor todas as vantagens. Mas aqui devia apresentar-se sua primeira prova. Seus princípios colidiam com os regulamentos e disposições do rei. Deviam comer o alimento que se punha na mesa do rei, e beber do seu vinho. … Depois de cuidadosa consideração de causa e efeito, “Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto, pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar”. Daniel 1:8.
Esse pedido, não o fez Daniel num espírito de desafio, mas solicitou-o como grande favor. … Daniel e seus companheiros eram corteses, bondosos, respeitosos, possuindo a graça da mansidão e modéstia. E agora que foram levados a prova, colocaram-se completamente do lado da justiça e da verdade. Não agiram caprichosamente, mas com inteligência. Resolveram que, como os alimentos cárneos não haviam feito parte de seu regime antes, tampouco deveriam introduzir-se no futuro. E como o uso de vinho fora proibido a todos os que devessem empenhar-se no serviço de Deus, resolveram não participar dele.
Daniel e seus companheiros não sabiam quais seriam os resultados de sua decisão. Não sabiam se esta não lhes custaria a vida, mas resolveram manter-se no reto caminho da estrita temperança, mesmo na corte da licenciosa Babilônia. … O bom comportamento desses jovens alcançou-lhes o favor. Depuseram seu caso nas mãos de Deus, seguindo uma disciplina de abnegação e temperança em todas as coisas. E o Senhor cooperou com Daniel e seus companheiros.
Esses pormenores foram registrados na história dos filhos de Israel como advertência a todos os jovens, para que evitassem toda a aproximação aos costumes e práticas e condescendências que de qualquer modo desonrassem a Deus.
Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág. 267.
(fonte:Setimo Dia)

Três passagens das Escrituras são fundamentais para a compreensão de como Lúcifer, um ser criado por Deus, perfeito, tornou-se em Satanás, a fonte e o principal instigador de todo o mal. Em Ezequiel 28 nos é dito que Lúcifer era “perfeito” e exercia a função de “querubim da guarda” antes de sua rebelião: “Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniqüidade em ti” (Ez 28:14 e 15).
Já Isaías 14 esclarece que foi através do orgulho que surgiu o mal no coração de Lúcifer: “Como caíste do Céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por Terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao Céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14:12-14).
E Apocalipse 12 declara que “a terça parte” das hostes angélicas se uniu a Lúcifer em sua rebelião contra Deus (versos 3 e 4), e acabou sendo expulsa do Céu: “Houve peleja no Céu. Miguel e o Seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no Céu o lugar deles. E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a Terra, e, com ele, os Seus anjos” (Ap 12:7-9).
O surgimento do pecado no coração de Lúcifer é, em realidade, um mistério que não pode ser explicado a contento, pois ele teve início e continua existindo sem qualquer motivo que o justifique. Não havendo se originado em Deus, mas em Lúcifer, o pecado é um intruso que continua existindo no mundo (ver Ef 6:12; I Pe 5:8), a despeito de não possuir o direito legítimo de existência. Mas a promessa divina é que chegará finalmente o dia em que tanto o pecado, em todas as suas formas, como o seu autor (Satanás) serão definitivamente erradicados do Universo (ver II Pe 3:7, 10-13; Ap 20:10), não permanecendo deles “nem raiz nem ramo” (Ml 4:1).
Fonte: Alberto Timm, Sinais dos Tempos, dezembro de 1998, p. 27.
(fonte: sétimo dia)
Embora injeções de sangue animal em seres humanos já houvessem sido feitas no século 17, a primeira transfusão de sangue humano em seres humanos foi realizada em 1818, pelo médico inglês James Blundell. Tais experimentos foram, no entanto, de pouco êxito até a descoberta dos grupos sangüíneos, em 1900, pelo imunologista austríaco Karl Landsteiner. Como essas experiências começaram muitos séculos após o período bíblico, é óbvio que as Escrituras não tratam explicitamente do assunto.
O uso do sangue como alimento é proibido tanto no Antigo Testamento (Gn 9:4; Lv 3:17; 7:27; 17:10-14; 19:26) como no Novo Testamento (At 15:20, 29; 21:25). Pesquisas científicas têm confirmado que o consumo oral de sangue não é conveniente pelo fato de ele ser indigesto, de fácil decomposição e um veículo não apenas de nutrientes mas também de impurezas prejudiciais ao aparelho digestivo.
Mas é interessante notarmos que o sangue de animais era vertido durante o Antigo Testamento como um símbolo do sangue de Cristo a ser derramado sobre o Calvário pela salvação da raça humana (ver Hb 9:11-28; I Jo 1:7).
Uma vez que apenas o uso do sangue como alimento é proibido nas Escrituras, e que o sangue era vertido vicariamente pela salvação espiritual dos pecadores, por que razão não poderíamos realizar transfusões de sangue para a salvação física das pessoas?
Sendo que nenhuma proibição é encontrada nas Escrituras à transfusão venal de sangue, cremos que esta pode e deve ser ministrada sempre que o propósito seja salvar vidas. A recusa de ministrá-la a alguém que a necessite é uma transgressão direta tanto (1) do princípio de preservação da vida, enunciado através do mandamento “Não matarás” (Êx 20:13), como (2) do amor cristão, expresso na declaração de Cristo: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (Jo 15:13).
Fonte: Alberto Timm, Sinais dos Tempos, agosto de 1997, p. 27
(fonte: sétimo dia)
O Conceito de Israel no Novo Testamento
O material abaixo foi extraído de outro artigo do Dr. Bacchiocchi mais completo e profundo sobre a campanha do “Deixados Para Trás”, abaixo anunciado. Trata em maior detalhe sobre um importante aspecto nessa discussão, o papel de Israel nas profecias. Contudo, eis algumas reflexões sobre esta questão do papel de Israel nas profecias:
Avaliação do Ponto de Vista dos “Dois Povos”
É o conceito de uma distinção radical entre o plano de Deus para Israel e para a Igreja um ensino bíblico válido ou um pressuposto infundado? Acaso o ponto de vista neotestamentário para a Igreja é o de um povo diferente e separado do povo do “Israel natural”? A resposta é abundantemente clara. O Novo Testamento considera a Igreja, não como uma “intercalação” temporária, mas como continuação do verdadeiro Israel de Deus. Para verificar esta última posição, breve alusão será feita a algumas sigificativas declarações de Cristo, Pedro e Paulo.
O Ajuntamento do Verdadeiro Israel por Cristo
Ao chamar e ordenar doze discípulos como Seus apóstolos, Cristo manifestou a intenção de reunir o remanescente messiânico das doze tribos de Israel num novo organismo, chamado a Igreja (Mat. 16:18-19). Este não é um organismo independente designado a repor Israel temporariamente mas um rebanho que reúne tanto as “ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mat. 10:6; cf. 15:24; Atos 1:8) como as ovelhas perdidas do mundo gentílico.
Referindo-se à profecia de Isaías com respeito à reunião dos gentios, Cristo anunciou: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a Mim Me convém conduzi-las; elas ouvirão a Minha voz; então haverá um rebanho e um pastor” (João 10:16; cf. Isa. 56:6-8). Como pastor messiânico, Cristo veio reunir o remanescente de Israel e gentios, não em dois rebanhos separados, mas num só rebanho.
Quando elogiando a fé do centurião, Jesus disse: “Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus. Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas”. (Mat. 8:11-12). É digno de nota que Cristo não promete o Reino de Deus a uma futura geração de judeus, como alguns dispensacionalistas mantêm, mas a crentes de todas as nações, “do Oriente e do Ocidente”.
Uma Realidade Presente
O reino messiânico prometido no Velho Testamento é visto por Cristo não como um evento futuro envolvendo a restauração territorial e política de Israel, mas como uma realidade presente que raiou mediante Seu ministério vitorioso sobre o pecado, Satanás e a morte.
“Se, porém, Eu expulso demônios, pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós” (Mat. 12:28). O reino de Cristo é composto, não por dois povos separados, Israel e a Igreja, mas por um povo, o “Novo Israel”, consistindo de judeus e gentios crentes.
Aos discípulos Jesus declarou: “Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai Se agradou em dar-vos o Seu reino” (Lucas 12:32). Notem que o prometido Reino messiânico é dado não a uma futura geração de judeus (Mat. 11:29; 13:38; 8:11-12).
F. F. Bruce comenta adequadamente: “O chamado de Jesus por discípulos para estarem junto a Si a fim de formarem o ‘pequenino rebanho’ que receberia o Reino (Lucas 12:32; cf. Dan 7:22, 27) O assinala com o fundador do Novo Israel”.
Os profetas falam de Israel como rebanho ou ovelha de Deus (Isa. 40:11; Jer. 31:10; Ezeq. 34:12-14). Ao chamar Seus discípulos de “pequenino rebanho” ao qual Deus estava dando o Reino, está inegavelmente identificando Seus discípulos quanto ao verdadeiro remanescente de Israel.
Ademais, ao comissionar Seus apóstolos para “fazer discípulos de todas as nações” (Mat. 28:19), Cristo revelou que a missão profética do Israel nacional (Isa. 49:6; 60:3) estava sendo cumprida por Seu rebanho messiânico, a Igreja, que consiste de discípulos procedentes de todas as nações. Israel prossegue existindo, não à parte da Igreja, mas como parte dela.
A Descrição do Novo Israel por Pedro
Pedro, à semelhança de Cristo, via a Igreja como cumprimento das promessas feitas ao antigo Israel. No dia de Pentecoste, Pedro declarou que a profecia de Joel concernente à restauração messiânica de Israel (Joel 2:28-32) se estava cumprindo através do derramamento do Espírito Santo sobre a Igreja (Atos 2:16-21).
Para Pedro, a Igreja não é uma entidade não-predita no Velho Testamento, nem uma interrupção temporária do plano divino para Israel; antes, é o cumprimento do remanescente escatológico de Israel.
Se o início da Igreja é visto por Pedro como cumprimento de uma profecia concernente a Israel, temos razões em crer que os eventos finais da Igreja devem também representar o cumprimento de certas profecias do Velho Testamento relativas a Israel.
A Igreja é o Novo Israel
É digno de nota que Pedro aplica à Igreja aqueles títulos do Velho Testamento que designam a Israel: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes Daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz, vós, sim, que antes não éreis povo, mas agora sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia” (1 Ped. 2:9-10).
Esta descrição da Igreja é uma combinação de três passagens veterotestamentárias (Êxo. 19:6; Isa. 43:20-21; Osé. 1:6, 9; 2:1) que caracterizam o povo de Deus. Pedro reúne a visão de Israel do Velho Testamento e proclama seu cumprimento na Igreja.
Em palavras bastante claras, Pedro demonstra que a “raça escolhida” não é mais exclusivamente os judeus étnicos, mas tanto crentes judeus quanto gentios. A Igreja é o novo Israel que cumpre as promessas feitas ao Israel do Velho Testamento.
A Visão de Paulo do “Israel de Deus”
À semelhança de Cristo e Pedro, Paulo também via a Igreja como o verdadeiro Israel. Falando aos judeus reunidos na sinagoga em Antioquia da Pisídia, Paulo afirmou: “Nós vos anunciamos o evangelho da promessa feita a nossos pais, como Deus a cumpriu plenamente a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus” (Atos 13:32-33).
Neste discurso Paulo explica que as promessas de Deus aos pais foram cumpridas na ressurreição de Cristo. O cumprimento não resulta no estabelecimento de um reino judaico durante o milênio, mas no “perdão dos pecados” concedido mediante Cristo a “todo o que crer” (Atos 13:38-39).
As promessas feitas a Israel são, portanto, cumpridas na Igreja do Novo Testamento, não mediante uma restauração política dos judeus étnicos, mas através de uma redenção espiritual de todos os crentes.
Na epístola aos gálatas Paulo emprega a frase “o Israel de Deus” inclusive tanto de judeus quanto de gentios: “Nem a circuncisão é cousa alguma, nem a incircucisão, mas o ser nova criatura. E a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus” (Gal. 6:15-16).
Alguns dispensacionalistas mantêm que a frase “o Israel de Deus” refere-se exclusivamente aos judeus crentes. Eles traduzem a palavra grega kai como “e”, significando “adicionalmente a”. Destarte, “o Israel de Deus” refere-se exclusivamente aos cristãos judeus que Paulo supostamente distingue da igreja como um todo, porque deixaram o legalismo para seguirem a regra de Cristo.
Unidade de Judeus e Gentios
Esta interpretação, contudo, ignora tanto o contexto imediato de Gálatas quanto a ênfase teológica mais ampla. O contexto imediato fala de “quantos andarem de conformidade com esta regra”. Isso deve incluir os crentes judeus e gentios, uma vez que é dito que tanto a circuncisão quanto a incircuncisão nada representam.
Assim, o “Israel de Deus” é uma descrição adicional de ambos os grupos que andam “de conformidade com esta regra”. O contexto mais amplo realça a unidade que ambos os grupos compartilham em Cristo: “Não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão, e herdeiros segundo a promessa” (Gál. 3:28-29).
À luz do contexto imediato e mais amplo, o “Israel de Deus” não pode ser um grupo distinto de judeus crentes, à parte dos gentios crentes. Alegar assim representa destruir a própria unidade que Paulo se empenha em estabelecer.
Antes, a frase “Israel de Deus” foi empregada por Paulo como uma maneira explicativa para qualificar adicionalmente “quantos andarem em conformidade com esta regra”. Ou seja, pessoas crentes judeus e gentios.
A Integração dos Gentios no Israel, por Paulo.
Paulo ensina repetidamente a integração de gentios em Israel como herdeiros das promessas de Deus. Em Efésios ele claramente explica que os gentios que noutro tempo estavam “sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa” (Efé. 2:12), não mais são “estranhos às alianças da promessa . . . mas . . . não mais estrangeiros e peregrinos, mesmo concidadãos dos santos”, como membros da “família de Deus” (Efé. 2:19).
Essa integração de gentios à “comunidade de Israel” e “às alianças da promessa” tiveram lugar mediante Jesus Cristo que uniu tanto os judeus quanto os gentios “para que dos dois criasse em si mesmo um novo homem, fazendo a paz, e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade” (Efé. 2:15-16).
O pensamento de um propósito separado para crentes judeus na presente era ou num futuro milênio é aqui totalmente excluído por Paulo. De fato, tal pensamento destruiria a própria unidade de judeus e gentios que Cristo realizou.
Paulo explica aos efésios que foi pela revelação de Deus que se tornou conhecida a ele este “mistério” de como “os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho” (Efé. 3:5-6).
Três vezes Paulo ressalta aqui que os gentios compartilham com Israel a promessa da aliança. Qualquer sistema teológico que divida o que Deus ajuntou está operando contra o propósito divino.
A Imagem Paulina da Oliveira
Em Romanos 9-11 Paulo descreve a integração de gentios em Israel utilizando a imagem efetiva do enxerto de ramos bravos de oliveira (gentios) à única oliveira do Israel de Deus (Rom. 11:17-24). Observem que para Paulo a salvação dos gentios não resulta no brotar de uma nova oliveira, mas em enxertar os gentios na mesma oliveira.
A árvore de Israel não é arrancada por causa de descrença, mas é podada, ou seja, reestruturada mediante o enxerto de ramos gentios. A Igreja vive da raiz e tronco do Israel do Velho Testamento (Rom. 11:17-18). Por meio dessa expressiva imagem, Paulo descreve a unidade e continuidade que existe no plano redentor de Deus para Israel e a Igreja.
Interrelação Entre Israel e a Igreja
Os dispensacionalistas apelam a Romanos 11:25-26 para argumentar em favor de uma futura conversão da nação de Israel, independentemente da Igreja. A passagem assim reza: “Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério, para que não sejais presumidos em vós mesmos, que veio endurecimento em parte a Israel até que haja entrado a plenitude dos gentios. E assim todo o Israel será salvo” (Rom. 11:25-26).
Os dispensacionalistas explicam esta passagem como ensinando uma conversão em larga escala da nação de Israel após a reunião da plenitude dos gentios estar completa, pouco antes do tempo do Retorno de Cristo.
Essa interpretação ignora quatro importantes observações:
Primeiro, a frase “todo Israel será salvo” dificilmente se refere apenas à última geração de judeus, uma vez que esta seria apenas uma fração de todos os judeus que viveram.
Em segundo lugar, o texto não está discutindo a sucessão temporal, mas a maneira pela qual Israel será salvo. O texto não diz “e então [após a reunião dos gentios] todo Israel será salvo”. Antes, declara: “E assim [desse modo, pelo fato de os israelitas serem movidos por ciúmes pela salvação dos gentios] todo Israel será salvo”.
Em terceiro lugar, os judeus estão sendo salvos por serem reenxertados na mesma oliveira em que os gentios também estão. Assim, a salvação dos judeus não ocorre independentemente da dos gentios, mas concomitantemente a isso.
Por fim, se a reunião de um número pleno de gentios tem lugar ao longo da história, há razão para duvidar que o mesmo também seja verdadeiro quanto à reunião dos judeus. De fato, no vs. 31 Paulo especificamente declara que os judeus “agora foram desobedientes, para que igualmente eles alcancem misericórdia, à vista da que vos foi concedida”.
Essas observações claramente indicam que Paulo aqui não está apresentando uma ordem de dispensações sucessivas, mas uma promessa de inter-relação dinâmica entre a salvação de Israel e a da Igreja.
O equivocado pressuposto de dois povos com dois destinos em grande medida deriva de uma teologia de desprezo para com os judeus, antes que do ensino bíblico de um rebanho, um pastor, e um destino. O Novo Testamento freqüentemente fala dos judeus em cotejo com os gentios, mas nunca ensina ou deixa implícito que Deus tenha em mente um futuro separado para Israel, distinto daquele planejado para os gentios.
Há uma unidade existente entre Israel e a Igreja. Na Nova Jerusalém estão inscritos tanto os nomes das doze tribos de Israel quanto os nomes dos doze apóstolos, os primeiros nas doze portas e os últimos nos doze fundamentos (Apo. 21:12, 14).
A Igreja e Israel assim compartilham não só da mesma salvação presente, mas também da mesma glorificação e restauração finais. O futuro de Israel é visto no Novo Testamento, não em termos de um reino milenial político na Palestina, mas em termos de bênção eterna compartilhada com os remidos de todas as eras numa nova terra restaurada.
Conclusão
À luz das considerações precedentes concluímos que o ensino popular promovido por Left Behind [deixados para trás, um popular filme religioso e série de livros de ficção escatológica] de um desaparecimento súbito de milhões de cristãos, deixando para trás uma massa de judeus descrentes e pessoas inconversas, é uma ficção enganosa e não uma verdade bíblica. A popularidade desse engano pode ser atribuída à falsa premissa de que os crentes serão poupados de sofrer a tribulação final.
Numa época em que as pessoas engolem toda sorte de analgésicos para evitar ou aliviar a dor, não surpreende que muitos estejam dispostos a engolir também o engano de um Arrebatamento pré-tribulacional–um ensino que promete às pessoas isenção do sofrimento da tribulação final.
Tal ensino atraente, contudo, não carece apenas de suporte bíblico, mas é também incriminatório do caráter de Deus. Retrata a Deus como um Ser discriminador que dá tratamento preferencial à Igreja removendo-a de sobre a Terra, antes de despejar a tribulação final sobre os que são deixados para trás.
Left Behind [deixados para trás] posiciona a conversão de muitos descrentes durante a tribulação–um ensino alheio à Bíblia. Repetidamente o Apocalipse afirma que aqueles que experimentam as pragas finais “não se arrependeram de sua obras” (Apo. 16:11; 16:9).
Ademais, destrói a unidade e finalidade da Vinda de Cristo, apresentada nas Escrituras como um evento único que ocorre após a Grande Tribulação. Nessa ocasião os santos adormecidos serão ressuscitados, os santos vivos serão transformados, os crentes de todas as eras se reunirão com o Senhor, e aqueles que são deixados para trás “sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor” (2 Tess 1:9).
Não haverá uma segunda chance para os que são deixados para trás quando do Advento, porque o fogo purificador da presença de Cristo consumirá todos os pecadores e todo o vestígio do pecado: “Virá, entretanto, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas” (2 Ped. 3:10). Nossa bendita esperança repousa não sobre a ficção de desaparecer subitamente no espaço, mas na promessa do retorno de Cristo para criar “novos céus e uma nova terra nos quais habita a justiça” (2 Ped. 3:13).
Autor: Prof. Samuele Bacchiocchi – atuou como professor de História Eclesiástica e Teologia na Universidade Andrews até jubilar-se. Ele é conferencista internacional e autor de vários livros de sua área de especialidade, tendo sido o primeiro não-católico a doutorar-se pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, ligada diretamente ao Vaticano. Pela qualidade de seu trabalho acadêmico ali recebeu até medalha de ouro concedida pelo Papa Paulo VI e um de seus livros foi editado pela gráfica daquela instituição com o imprimatur da Igreja Católica.
Colaboração: Prof. Azenilto Brito.
(fonte:setimodia)

Várias passagens bíblicas e declarações de Ellen White confirmam que entre os gentios existem pessoas sinceras que servem a Deus sem um conhecimento explícito da revelação bíblica. Por exemplo, o apóstolo Paulo, após asseverar que “para com Deus não há acepção de pessoas” (Rom. 2:11), esclarece: “Quando, pois, os gentios, que não têm lei, procedem, por natureza, de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos” (Rom. 2:14). Mesmo não dispondo da revelação escrita, essas pessoas se demonstram obedientes às impressões do Espírito Santo sobre a própria consciência individual.
Ellen White aborda o mesmo assunto nas seguintes declarações: “O divino plano de salvação é amplo bastante para abranger o mundo todo. Deus anseia por insuflar na prostrada humanidade o fôlego da vida. E Ele não permitirá [que] fique desapontada qualquer alma que seja sincera em seu anelo de algo mais elevado e mais nobre que aquilo que o mundo possa oferecer. Constantemente está Ele enviando os Seus anjos aos que, conquanto rodeados por circunstâncias as mais desencorajadoras, oram com fé para que algum poder mais alto que eles mesmos tome posse deles, dando-lhes libertação e paz.” – Profetas e Reis, págs. 377 e 378.
“Aqueles que Cristo louva no Juízo, talvez tenham conhecido pouco de teologia, mas nutriram Seus princípios. … Há, entre os gentios, almas que servem a Deus ignorantemente, a quem a luz nunca foi levada por instrumentos humanos; todavia não perecerão. Conquanto ignorantes da lei escrita de Deus, ouviram Sua voz a falar-lhes por meio da natureza, e fizeram aquilo que a lei requeria. Suas obras testificam que o Espírito Santo lhes tocou o coração, e são reconhecidos como filhos de Deus.” – O Desejado de Todas as Nações, pág. 638.
“Onde quer que haja um impulso de amor e simpatia, onde quer que o coração se comova para abençoar e amparar os outros, é revelada a operação do Santo Espírito de Deus. Nas profundezas do paganismo os homens que não tiveram conhecimento da lei escrita de Deus, que nunca ouviram o nome de Cristo, têm sido bondosos com Seus servos, protegendo-os com o risco da própria vida. Seus atos mostram a operação de um poder divino. O Espírito Santo implantou a graça de Cristo no coração do selvagem, despertando nele a simpatia contrária à sua natureza e à sua educação. A ‘luz verdadeira, que alumia a todo homem que vem ao mundo’ (João 1:9), está-lhe brilhando na alma; e esta luz, se atendida, lhe guiará os pés para o reino de Deus.” – Parábolas de Jesus, pág.385.
Algumas pessoas poderiam ser tentadas a imaginar que, se “o divino plano de salvação é amplo bastante para abranger o mundo todo” (inclusive os gentios), então não haveria mais necessidade de se pregar o evangelho, pois as pessoas sinceras seriam salvas independentemente de conhecerem ou não o plano da redenção. Mas essa suposição não é aceitável, uma vez que a ignorância da verdade é contrária aos propósitos divinos, e a proclamação do evangelho não se restringe apenas àqueles que já são sinceros.
Vários textos bíblicos enfatizam a necessidade de se conhecer e proclamar a verdade bíblica a todos os seres humanos. Por exemplo, Mateus 4:4 (cf. Deut. 8:3) assevera que “não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”. Por sua vez, João 16:13 acrescenta que a obra do “Espírito da verdade” é guiar os seguidores de Cristo “a toda a verdade”, definida como a pessoa de Cristo (João 14:6) e a palavra de Deus (João 17:17). Conseqüentemente, o mesmo Espírito da verdade também capacita os genuínos cristãos a ensinarem os novos “discípulos de todas as nações” a “guardar todas as coisas” que Cristo ordenou (Mat. 28:18-20).
A promessa bíblica é que finalmente “a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Hab. 2:14; ver também Isa. 11:9; Efés. 4:11-14). Enquanto essa plenitude de conhecimento não for atingida, Deus continuará usando instrumentalidades humanas imbuídas pelo poder do Seu Espírito na missão de compartilhar o evangelho a toda criatura sobre a face da Terra. O Espírito Santo, cuja missão é convencer “o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (João 16:8), atua mesmo na consciência daqueles que não tiveram a oportunidade de ouvir as boas-novas da salvação em Cristo. Os que vivem em conformidade com a luz da verdade a que tiveram acesso, ainda que esse conhecimento seja incipiente, não serão desapontados. Eles serão súditos do reino eterno.
Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista do Ancião (julho – setembro de 2004).
(fonte; Sétimo Dia)

Um cientista Americano premiado e reconhecido pelas suas marcantes descobertas sobre genes na origem das doenças descreveu o seu périplo do ateísmo para a crença Cristã perante uma platéia internacional na Inglaterra.
Professor Francis Collins: ‘Mere Christianity’ faz sentido
Francis Collins, premiado cientista americano e reconhecido pelas suas marcantes descobertas sobre genes na origem das doenças, e pela liderança do Projecto Genoma Humano que visa mapear todo o DNA humano, descreveu o seu périplo do ateísmo para a crença Cristã perante uma plateia internacional em Inglaterra.
“Na verdade não existe conflito entre a fé e a razão,” disse Collins ao instituto internacional de Verão da Fundação CS Lewis, a Oxbridge 2008, na Igreja de St. Aldate em Cambridge, na Quarta-feira.
“Como materialista empenhado na faculdade, eu assumia que o físico era tudo quanto existia,” contou Collins, que em 1977 aos 27 anos de idade completou uma mudança de carreira – da Química para a Medicina, e tornou-se médico. Diz ele, que isto o fez confrontar-se com a dor e a morte cara-a-cara. “Esta foi uma viragem dramática para mim. Os conceitos já não eram mais hipotéticos.”
Através de encontros com pacientes, pastores e, finalmente, tendo lido “Mere Christianity” de CS Lewis, Collins se deu conta que “nunca tinha reparado bem no que era evidente. O ateísmo não era mais do que um caminho conveniente. Tive de escolher aquilo que é realmente a verdade, só que eu pensava que a fé e a razão estavam em lados opostos.”
“Mere Christianity” teve início com uma série de sermões dados por Lewis em 1943 e o livro subseqüente, que alcançou grande êxito, causou um profundo impacto em Collins. “Logo nas primeiras páginas, todos os meus argumentos acerca da fé caíram por terra. Foi tremendo… Lewis permanece como o meu melhor docente,” disse. No período de um ano Collins tornara-se Cristão.
Fonte: Diário Cristão/Adaptado por O Verbo)
Nota: Deus tem diversas maneiras de tocar o coração de pessoas incrédulas.
Que bom que o Famoso Professor Collins descobriu que a fé não é uma teoria. Que a Fé está baseada numa pessoa – Jesus.
A mensagem de salvação que encontramos na cruz de Cristo é um protesto contra a filosofia e sabedoria humana. ( Leia I Cor 1:17 e 18)
A Cruz de Cristo combate as filosofias humanistas, que tendem a ver o homem como centro e a medida de todas as coisas. Filosofias que negam a realidade do pecado e que vêem o homem como inerentemente bom ou neutro, sendo capaz de encontrar em si mesmo solução para os seus problemas mais importantes.
Collins descobriu que a sua vida não teria sentido se a sua fé estivesse baseada em seus conhecimentos.
Deus seja louvado por essa conversão e que outros gênios de nossa geração reconheçam a soberania de Deus.
(fonte:Nisto Cremos)

Os cananeus em seus templos celebravam cultos da fertilidade onde ocorria a prostituição-cultual, em que as mulheres e os homens representavam deuses e se trajavam como tais, se prostituindo em honra a seus deuses. Prostituição masculina não existia no Oriente Médio a não ser em templos pagãos ou em seus cultos da fertilidade, tal prostituição está totalmente ligada a idolatria. Tanto que a palavra hebraica para “prostituto” que aparece na Bíblia é “qadesh”, que literalmente significa “santo” ou “separado”, “prostituta” em hebraico é “qadeshôth”, significando “separadas”ou “santificadas”; nesse sentido eles eram separados, não para o serviço de Deus, mas sim para o serviço aos deuses pagãos.
Esse costume nas escrituras de chamar a idolatria de prostituição vem do fato de que o relacionamento de Deus com a nação de Israel é metaforicamente ilustrado como um casamento; também porque o nome “Baal”, uma das principais divindades cananéias, significa “Senhor”, “dono” e “marido”, veja Oséias 2.2,3,16,17.
Os qadesh eram em maioria eunucos, que se entregavam totalmente ao serviço do templo pagão, sofrendo um ritual de emascuação (castração) para se entregarem inteiramente aos seus deuses da fertilidade. É bom lembrar também que havia eunucos que não eram prostitutos, estes eram homens castrados que viviam em palácios cuidando dos haréns ou se dedicando ao estudo e à sabedoria.
A lei mosaica proibia que entre os israelitas houvesse qadesh. Há uma passagem que fala também de eunucos em Deuteronômio 23.1, o comentário da Bíblia Vida Nova sobre esta passagem diz: “Emasculação é a mutilação do membro viril. Era uma prática pagã. Nas antigas religiões pagãs, os eunucos eram sacerdotes dos templos.”
Em Deuteronômio 23. 17,18 está a proibição aos israelitas de se tornarem prostitutos e prostitutas cultuais: “Nenhum israelita, homem ou mulher, poderá tornar-se prostituto cultual. Não tragam ao santuário do Senhor, o seu Deus, os ganhos de uma prostituta ou de um prostituto, a fim de pagar algum voto, pois o SENHOR, o seu Deus, por ambos tem repugnância.”
(fonte:Nisto Cremos)
A liberação sexual em curso no século 21 é única na história da humanidade. Pessoas de todas as idades e classes sociais têm acesso a uma quantidade cavalar de informações sobre o assunto – e à prática propriamente dita. Como reflexos dessa realidade, podemos perceber algumas importantes tendências, como a gradativa redução da idade para a iniciação sexual e a descoberta, pelas mulheres, de que o prazer pode ser desvinculado do compromisso afetivo. [...]